NerdCast Oferecido por Participathivos - Vivendo com HIV
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Jovem Nerd
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🗓️ 27 April 2021
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| 1:05.2 | Você está ouvindo Nerdcast no Jovem Nerd. Lada na vanda nerd! É aquele chodrotône do Jovem Nerd e vamos derrubar preconceitos. Oi, aqui é o Gabriel com o chale, é só Torre e o Túber. E nem só de biscoito vivem um influência. Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não é? Boa oito, bom. Biscota, não paga conta, Gabriel. Não paga, biscota, não paga boleta. Olá, todos os estudos se vão frenando, eu sou médico-infectologista e trabalho na área de HIV mais ou menos uns 20 anos. Estou aqui para participar desse bate-papo com vocês. Aqui é a Zagau para aprender. Exatamente, Zagau. Estamos aqui em um netcache super especial, Zagau, porque nós vamos falar sobre a vida com HIV. Exatamente, Gabriel, que é HIV positivo, vive uma vida plena. E ele está aqui justamente para ajudar a gente a derrubar preconceitos, assim o Juicy vai o que trabalha com a Gavê a 20 anos entende exatamente de todo o universo técnico toda a avança de pesquisas de tratamentos para que as pessoas que vivem com a Gavê tem um dica de uma vida, dica de uma vida completa como é o caso Gabriel que aí e eu tô porque é influencer e não vive só de bichote. Fica aí que esse fato tá muito bom. Eu quero começar falando porque vocês falaram de preconceitos, estígimas lá no começo ali, né? E eu vivi, nós já aqui, eu acho que eu, você e a Alexand, o Gabriel não sei suidade, desculpa. Eu tenho 25. É, Gabriel não, não viviu isso, o início, né, quando surgiu, né, a Gabriel veio a id, né? É, só veio. Nós somos idosos, é isso. E eu me lembro cara, perfeitamente, de que eu começou a surgir os programas de TV que tinham na época, né? Eu lembro vividamente de um sentimento de medo, sabe? |
| 2:05.8 | Porque toda informação que vinha seja por programa, seja por obra de ficção, no caso, era terrível assim, as informações que eram passadas, sabe? Era tipo uma narrativa de uma tragédia exato, exato, exato. E depois com o passar dos anos, claro, eu fui crescendo, informando a gente viu muitos casos, né? A gente vai conversar com você aqui Gabriel, a gente vê o Magic Johnson, que eu entendo não |
| 2:27.0 | sei muito os detalhes, mas em todo que ele foi muito importante nessa coincidentização, né? De mostrar que é possível que a pessoa viver normalmente, né? Mas esse estigma, eu lembro de me impactar mesmo quando era criança, sabe? E porque naquela época, como não tinham muitos tratamentos, a gente viu muitas celebridades definharem nas câmeras, nas fotos, |
| 2:47.5 | na ferro de merco, de casusa, entre outros. |
| 2:50.2 | E a gente falou disso e eu lembro que quando era criança, depois com a vida vai se formando, a gente vai entendendo um pouco melhor. E a gente já conheceu, eu já conheci gente, a HIV, é positivo e tal. e pessoas com vidas normais, mas que aquele estigma me impactou muito quando era criança |
| 3:03.8 | lá nos anos 80. |
| 3:05.0 | Eu lembro, cara, eu lembro que foi um negócio que na época ficava com medo muito quando era criança, lá nos anos 80, eu lembro, |
| 3:05.4 | cara, eu lembro que foi um negócio que na época ficava com medo de ficar com criança, com medo de me contar a minha raça, sabe? É, a gente viu esse cheio. Realmente foi uma história muito forte, eu acho que é assim. A gente é luta para sempre fazer com que as pessoas enxergem uma pessoa, vivendo com com uma pessoa normal, uma pessoa que leva uma vida plena, completa, saudável, |
| 3:25.3 | e que ela pode fazer o que ela quiser. |
| 3:27.5 | Porém, o início da história do gaivelha, como uma pessoa normal, uma pessoa que leva uma vida plena, completa, saudável e que ela pode fazer o que ela quiser. |
| 3:27.4 | Porém, o início da história da gaivelha foi um início muito sofrido. |
| 3:30.9 | Pô, a gente está vivendo uma pandemia agora, a gente sabe quantas pessoas vão até a gente chegar num tratamento, quantas pessoas morreram até a ciência avançar para que a gente conseguir se fazer com que essas pessoas tivessem uma vida plena. |
| 3:42.3 | Então é uma história que a gente tenta mudar esse imaginário, |
| 3:46.2 | mas ela foi uma história muito sofrida assim no início. |
| 3:48.4 | Acho que a gente tem que mudar esse imaginário, mas respeitar aquela história que existiu. Foi uma história sofrida, muita gente morreu. Para hoje eu estar aqui conversando, tendo uma vida saudável. Você tem chegado a ter nada no meu corpo, nem perto de idis. Eu sou uma pessoa que vive com HIV, nunca cheguei a desenvolver AIDS. Ah, isso é uma informação interessante. |
| 4:09.3 | Quais diferentes? não sabe, a ter nada no meu corpo, nem perto de idis, eu sou uma pessoa que vive com a |
| 4:05.3 | gai-v nunca cheguei a desenvolver a idis. |
| 4:07.7 | Ah, isso é uma informação interessante, qual é a diferença? |
| 4:10.4 | A diferença, eu acho que o Dr. Vé poder falar melhor aqui para a gente, eu vou até passar a palavra aqui. Não, legal, só queria fazer um resgate do que se comentaram anteriormente, muito interessante, com a espécie de epidemia, ele foi a larmante assustador para todo mundo, mas para chamar |
| 4:23.4 | a atenção de uma coisa, que a desinformação ela leva ao pânico generalizado. |
| 4:28.0 | Então é uma coisa louca e a gente foda, olha onde a gente está hoje em relação a HIV e o que a gente tinha no passado, a gente checa a raiz, talvez do preconceito desse alarmismo todo, ela vem desado com esse índio de epidemia. Agora com relação a diferenciar um paciente que tem que viver com a HIV, né? |
| 4:46.4 | E um paciente que desenvolve AIDS, AIDS, significa cindro da imuno-deficiência adquirida. Então esse vírus uma vez que a pessoa adquire ele não é o paciente não é tratado, esse vírus ele vai fazendo com que o sistema imonológico da pessoa vai sendo destruído e na medida que ele chegar um ponto crítico ali no sistema imonológico dele ele fica o seu set destruído. E na medida que ele chega a um ponto crítico |
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