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NerdCash 43 - Economia em ano de eleição

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Jovem Nerd

Comedy, Society & Culture

4.81.1K Ratings

🗓️ 14 January 2022

⏱️ 40 minutes

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Summary

Neste podcast: Vamos falar sobre esse ano, o que podemos esperar da economia em uma ano de eleições? Será que ainda estamos em uma extensão de 2022? ARTE DA VITRINE: Randall Random NOVA FUTURA Conheça a promoção: Ganhe 60% de desconto no curso Operando Ações! https://bit.ly/3A04ZaL Link para abertura de conta com o Jovem Nerd: Nova Futura https://bit.ly/34pKiJw Site da nova Futura: Nova Futura | Investimentos http://bit.ly/2Lor4oL Youtube: Nova Futura Investimentos http://bit.ly/2LsKUzk Instagram: http://bit.ly/2sBKbod E-mail: comunicacao@novafutura.com.br OUÇA TAMBÉM Playlist completa NerdCash: https://bit.ly/2Ndl5s7 NerdCash 42 - A economia em 2021 https://bit.ly/3fFjWpn E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA http://radiofobia.com.br Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

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Você está ouvindo Nerdcast no Jogin Nerd. AQUELO CHEDRA TODOS DO Jogin Nerd Pronto para 2020. É para 2021. Não. Fiam o que é isto. Aqui é o Nicolas Felizano Novatodos e aqui em 2020, a gente... Em 2022 é extermini 2020. Aqui é P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. P. Pelas lagá-los já em 2023. Não é! Ahahahah, é exato né? Existe o espírito, é? Na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, na dúvida, extensão, é um DLC de 2020. Não, não muda de ano, vamos para 2020 estrangelo, chega! É claro que 2020 e dois gente tem em mente que é onde ele é só, em um ano conturbado sem para economia. Mas a gente tem que levar a construção que também outras coisas acontecem na sua eleição no Brasil e que a política monetária dos Estados Unidos vai editar muita coisa, né? Eu acho que o principal problema que o mundo herdou de 2020, daquela paralização total da economia, em nossa conversão bastante sobre isso, né, que era desligar a nuclear e relegá-la novamente, que é uma coisa muito complexa. O que sobrou foram uma série de poças, regiões da produção global, da cadeira global de produção, que não voltaram a plena carga. E a demanda em alguns lugares subiu muito rápido, impulsionada pelos grandes pacotes fiscais, gastos públicos, transferência de renda, auxílios emergência e as pessoas que não voltou na mesma velocidade que a demanda, os preços subiram, atingiram em 2021, 7% nos Estados Unidos e aqui no Brasil superaram 10%. E agora a gente vai precisar efetivamente combater essa inflação. A gente não, vamos centrar, né? E no ambiente do qual nos agentes econômicas, as empresas, as famílias, até mesmo governo, estão acostumados com muita liquidez, com muito dinheiro circulando no sistema de crédito, a disposição dos agentes econômicos e com juros muito baixo. Esse tipo de liquidez e de juro-braço foi usado para impulsionar a retomada da economia, permitir que a economia continuasse respirando, criou algumas dependências a sociedade, o grande medida é dependente disso, trouxe algumas distorções, que eu espero que a gente discuta e ao mesmo tempo em que a gente vai ter que combater inflação, você não pode retirar rápido demais esses estímulos, tantos fiscais como o dinheiro que está emitido, como o judo muito baixo, o risco de produzir colatos nos economia. O Banco Central tentou fazer isso nos Estados Unidos em 2018. A economia de rapô e o Banco Central voltou atrás. O nosso receio, acho que o receio de qualquer um que está observando o mundo agora é saber qual a dosagem certa de políticas que serão necessárias agora em 2022 para equilibrar a inflação e deixar a economia global operando no patamar adequado. É um grande desafio para 2022. Acho que 2022 vai ser junto com a eleição aqui no Brasil um ano em que os investidores, as pessoas vão ter que observar demais, comportar a meda inflação e dos juros nos Estados Unidos. Se isso é isso, Nicolas, concorda com isso? Espero que sim. É boa que assim, tem grandes temas que existe muita concordância. De fato, quando a política monetária nos traz as conversas se mover, de fato todo mundo começa a pressa atenção no que está acontecendo lá. Acho que assim, 2002 ainda é uma história de divergência global. Vamos lembrar que foi 2001. Você pega basicamente todos países entra um processo de rebertura com muito estímulo fiscal bastante estímulo monetário ainda e uma China bastante conservadora. Tanto em termos de contenção do covíndio com as políticas de zero calos, quando em termos de política monetária fiscal, ficou bastante extrativo em 2021, com a junta de políticas chinesas. Como assim? Por exemplo, eles não reducirão juros, de cobaçante. Exitivo, né, em 2001, o conjunto de políticas chimisas.

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Como assim?

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Por exemplo, eles não reduziram juros, eles não fizeram a ingressão de liquidez da economia, a indesejementia, uma China, não fez estímulos escais que em Estados Unidos fez, e não é coincidência que a gente viu aquele colar, no mercado mobilidadevi, né? Um onde é um objetivo de política econômica dos políticos financeiros,

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ficou meio demais.

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Assim, qual era o ponto?

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Souram muito conservadores em termos de, vamos direcionamento

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no político monetário e o mercado imobiliário com tal muito alavancado,

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acabou colapsando. A gente fez aquele netcash sobre A Evergrande, mas assim, e o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que A gente começa a ver os países envolvidos, tomando uma postura mais conservadora em termos de política monetária e uma postura um pouco mais austere, né, em cliché fiscal enquanto a China está no caminho inverso, né, a China está começando a lhe via as sessões no Nerme Cair do Mobliário, está fazendo um leve corte, né, de juros por enquanto, mas tem mais promessa de corte de juros, já fez alguns escinhos fiscais e acho que o Brasil está um pouco mais para a China do que vamos assim para os países, a gente ainda vai ter

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o Lossilho Brasil durante... já fez alguns destinos escais e acho que o Brasil está um pouco mais pra China do que pra vamos

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assim pra os países né a gente ainda vai ter o alcílio Brasil durante boa parte do ano muito embora a ajuda que tem subido bastante ainda exista a projeção de catarcelí que vai continuar subindo mais um pouco então acho que pra de 22 a palavra ainda é divergência né só que a gente Inverteu os lados da moeda, a China com a postura um pouco mais flexível enquanto o resto do mundo uma postura mais conservadora enquanto a gente está aqui no meio do caminho, a política fiscal e monetária, então os diferentes vão usar assim. Então o Juros tendência é para continuarem altos, é isso? Aqui no Brasil sim, nos países ouvidos é subir enquanto na China eu diria que a tendência é de queda, é uma bem a situação. Mas assim, se tomar dívida se torna algo mais caro, eu estou tentando entender onde esse domino cai, entendeu? Porque, enfim, crédito, ele reduz e investimentos grandes, longo prazo também são reduzidos e enfim, eu estou tentando acompanhar esse dorminó. É, vejo, a gente tem uma experiência recente, recente pra mim que eu vou fazer 6 décadas logo mais, na virada dos anos 90, dos anos 2000, o Banco Central americano e alternava ciclos de alta de taxa de juros, um ciclos de forte queda de taxa de juros.

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Esse vai vender a política monetária, ele atendia essa necessidade do Banco Central, passou a cumprir de maneira mais ativa, a partir de então, de efetivamente estimular a economia, a economia está em do mal.

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Então a economia americana, depois da crise, da ponto com, lá na virada dos anos 2000, a economia americana, ela ficou muito fragilizada, depois dos atentados das torres, ficou muito fragilizada, o férdero estimulou bastante a economia, e colocou dinheiro também, e mais que isso, ele reduziu a taxa de judo e estimulou a economia.

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A economia decolou.

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E quando ela voava demais, vamos usar esse termo, ela acelerava demais, o Fed retirava

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aos estímulos.

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Isso começava a subir a taxa de judo.

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Então todo mundo ficava torcendo para que a economia americana fizesse um pouso suar,

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um soft land, um avião pousar se suavemente. E nem sempre, isso que aconteceu. A acontecia que a economia acabava fazendo um hard land, um pôso super difícil, que o trabalho é adesquisito como foi de 2008-2009, uma crise gigantesca, que tem várias causas, várias explicações, mas em grande medida foi a saqueda. O que a gente espera agora é que ao subir a taxa de jor, os bancos centrais não produzam uma ruptura muito grave na recuperação da economia. Como você falou, esse dinheiro que está sendo emprestado a esse custo baixo, está sendo emprestado para empresas que fazem investimentos, que contratam pessoas, que gastam em matérias primas e pesquisas, as famílias se indivíduam para comprar suas casas, seus carros, seus bens de consumo duráveis e não duráveis. E, de repente, esse fluxo que possibilita a economia funcionar bem pode ser interrompido de maneira dramática, num pozo muito severo. O que a gente torce é para que isso não aconteça. É todo esforço que os banqueiros sempre trais têm, é de fazer esses movimentos de maneira bastante planejada, sinalizada, para a economia não se precipite. Mas ninguém garante que alguns mercados que exageraram demais no seu vigor, na sua força, não sofram di taxa de juros mais alto. Fazendo uma adiantando alguma coisa aqui no Brasil, teve setores das bolsas, da nossa bolsa, que sofriram bastante com a alta da taxa de juros. Já anteciparam isso, o setor de construção civil, de consumo, que estavam extremamente valorizados com juros a 2%, quando juros subiram eles se viram de fronte há uma situação bastante complicada. Nos Estados Unidos também acontece, né? Europa também acontece. Alguns setores que são mais cíclicos, eles sofrem bastante nessa alta detacha de juros. E agora o que a gente fica a torcendo é para que esse movimento de correção do equilíbrio macroeconômico que resulta de menos estímulo fiscal, menos dinheiro na economia e juros mais elevados, esse novo equilíbrio tem que garantir o menor desemprego e a menor inflação, isso precisa de crescimento econômico. A ideia é que isso seja feito, mas já diziu o garista, não é? Você precisa combinar com os russos, a gente precisa combinar com todos os mercados simultaneamente

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para que tudo ocorra bem, nem sempre acontece isso.

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Juntando tudo isso, que já seria um problema em qualquer condição normal de temperatura e pressão, a gente teve reeleição.

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Eu mereço uma presidez de cobertura no Brasil.

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Isso faz que se sempre deixe de mercados tensas, porque não sabe qual a direção que a qual vai tomar e etc e tal. Qual é a análise hoje? Janeiro de 2002 que está sendo feito sobre esse ano em detrimento de toda essa movimentação de eleição e etc. Que não vai ser qualquer ele, essa não é qualquer eleição. Além disso, além de que é o andar de eleição que já é coplar, essa não é qualquer eleição, além disso. Além de que eu andi eleição que já é comprado, essa não é qualquer eleição.

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