meta_pixel
Tapesearch Logo
Log in
NerdCast

Generacast 08 - Não é dieta, é genética

NerdCast

Jovem Nerd

Comedy, Society & Culture

4.81.1K Ratings

🗓️ 22 February 2022

⏱️ 53 minutes

🧾️ Download transcript

Summary

Neste podcast: Vamos falar de dieta e genética! Como os habitos alimentares dos nossos ancestrais influenciaram na nossa evolução? ARTE DA VITRINE: Randall Random GENERA https://jovemnerd.page.link/genera Blog Genera: https://jovemnerd.page.link/bloggenera OUÇA TAMBÉM Playlist do GeneraCast: https://bit.ly/3H7rEnn Playlist do GeneraCast no Spotify: https://spoti.fi/3LPxmxS GeneraCast 07 - Genes, envelhecimento e imortalidade E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA http://radiofobia.com.br Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Transcript

Click on a timestamp to play from that location

0:00.0

Você está ouvindo Nerdcast no Jovem Nerd. Lada, lada, lada nerdies! Aqui ele chatrou todo mundo do Jovem Nerd e eu não posso ver ler de 100 e que visitar a casinha. Aqui é Ricardo de Lázaro, médico da genera. Adora uma comida italiana, mas uma tapioca de manhã também é bom demais. Eu sou a Ariana Rocha, nutricionista, mestre estar em ciência dos alimentos e doutora em ciências nutricionéticas pela Universidade de São Paulo. Vejo a outra, meu sotaque me entrega com o que eu sou de Rondônia. Não tem nada que me faça passar mal, graças a Deus. Olha, olha, que des que de boa genética. Aqui é a Zagal comendo bolo de fubá com café. Ah, olha! Ah, é ele isso! Ahahah! Muito bem, desistamos aqui justamente para falar de dieta e genética. Primeiro, dieta que fazer isso. E a gente tem que fazer isso.

1:06.0

E a gente tem que fazer isso. E a gente tem que fazer isso. E a gente tem que fazer isso. E a gente tem que fazer isso. E a gente tem que fazer isso. E a gente tem que fazer isso. E a gente tem que fazer isso. E a gente tem que fazer isso. E a gente tem que fazer isso. que mandem você e não você manda no microbeão? Cara, é isso!

1:28.1

comida e genética, dois assuntos interessantes, fica aí porque tá muito bom. Gente, o cara eu vou falar sobre intolerância... De alimentação. Sim, de alimentos. Mas eu queria perguntar o seguinte, até a pessoa pode vir a se tornar intolerante à alimentação. Sim, pode sim. Exatamente, porque a nossa alimentação influencia diretamente no nosso DNA. Na graduação, na pos graduação, eu tive uma uma aula com professor muito bacana que eu acho que eu posso colocar aqui como exemplo, que vai trazer uma grande reflexão para todo mundo. Ele simplesmente mostrou dois tipos de alimentação. Do lado esquerdo, a gente tinha uma alimentação, digamos, mais natural, tá? Com frutas, verduras, legumes, o que a gente chama de uma alimentação mais inatura, mais saudável, certo? E do lado direito, ele colocou vários alimentos até processados, tá? Não vou me enxingar aí, mas tinha cacholquente, batata frita, cripturas, o quente consteira, casatas, ou alineitos quente chamadas hyperpalatáveis, né? Que é rica em gordura, rico em sódio, rica em açúcar. Eu tenho a pergunta relacionada a isso. A gente gravou o receitamento de podcast e eu vi uma reportagem que falava cada cachorro quente. Hmm, pronto. Te mata trinta e seis minutos. Hahaha. Eu não sei se você é um gota mesmo de vida. Por causa da salsicha, né? É, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é,, compostos inflamatórios, orricos, engordura, suca como eu falei, e causa querendo não uma informação no organismo. E aqui o level de grande reflexão pra gente pensar assim, como é que eu estou alimentando o meu gênio, o meu DNA? A partir do momento que eu sei que a todo momento eu estou sofrendo uma modulação, eu estou dentro de tantos patores ambientais, a nutrição que mais interfere no DNA, o que eu estou fazendo com o meu, como estou alimentando o meu organismo, o meu gênio. Com certeza, né? E na verdade, já puxando um pouco o tema da evolução em si. A verdade é que o nosso organismo não evoluiu pra comer a quantidade de gordura, de açúcar,

4:05.2

e até a quantidade de caloria que a gente tem aí, a disposição a qualquer aplicativo de celular. O problema é a caloria fácil também, eu acho, né? É a caloria fácil, a caloria livre, o açúcar no lugar do carboidrato complexo. O organismo surgiu por uma dieta muito diferente, e isso é uma coisa até interessante. Tem vários marcadores genéticos que até eles estão presentes em diferentes proporções em diferentes populações, né? Então, por exemplo, isso até foi visto em alguns grupos indígenas, né? Que tinham marcadores genéticos que eles eram piores para processar esse alimento rico em gorduras e a alimentação por muitas gerações por milênios não era riquim gordura desses grupos. Apesar de nós sermos seres adaptativos, super. A gente ou para pensar, tudo tem que ser de uma forma com cautela, porque o estilo de vida é diferente. A acessibilidade aos alimentos está completamente diferente dos nossos oncês frais. Eles se alimentaram, do que eles encontravam pelo caminho, era caça, era raiz, estúbérculos e hoje a nossa alimentação a oferta de alimentos é muito diferente do que a gente tinha naquele tempo. Isso também já é uma consequência também na própria globalização, senti foi para para pensar um dos motivos que o leite condensado entrou no Brasil era para acabar com a deslutrição, né? A Coca-Cola também, o comercial, digamos, de 15, 20 anos atrás

5:27.6

e sentivava a gente colocar Coca-Cola no leite condensado. Existem ainda essas charges, essas imagens que às vezes os pacientes trazem, eles ficam indignados. Não, só olha qual era o incentivo, né? Aí eu sempre falo, as situações eram diferente. O problema do Brasil de 15 e 20 anos atrás era desnutrição.

5:44.9

Então, a pêla alimentação era diferente, a preocupação era diferente.

5:49.1

Também do que a gente tem... As situações eram diferentes. O problema do Brasil de 15 e 20 anos atrás era a desnutrição.

5:45.0

Então, a pêla alimentação era diferente, a preocupação era diferente também do que a gente tem hoje. E aí a gente volta para esses ancestrais como que eles tiveram uma alimentação que a careta hoje no nosso DNA. E a gente também não precisa muito longe. Hoje a gente sabe que o líquido aminótico tem sabor. Então, o que uma mãe, uma gestante de se alimenta, ela interfere no paladar da criança.

6:07.7

Ela quer te chamar de...

6:08.8

É, isso é uma de se alimenta, ela

6:05.0

interfere no paladar da criança.

6:07.8

E ela quer te chamar de...

6:08.8

E isso é uma sabia, né mesmo. Exato. A minha mãe deve ter comido muito doce, então, Dorena. Olha isso. A gestação. Que, apesar de eu ter o marcador genético que até aumenta o risco, aumenta o risco, né? está associada a um consumo maior de doce

6:23.3

não sei se minha mãe também consumiu muito doce

6:25.6

ela tenta mesmo a mercador, mas ela adora um doce, por exemplo

6:27.8

e eu engraçado que me exposo ela adora milho mas está associado a um consumo maior de 12 você se me amém também consumiu muito 12

6:25.5

ela tem, talvez o marcador mais adora um 12, por exemplo Eu engraçado que me esposa, ela adora milho que me amém muito milho na justação e os meus furidos adoram milho também, é impressionante Olha que bacana Mas isso não pode ser um marcador que vem atravessando Pode, pode ser também Eu odeio milho, odeio Eu odeio o milho porque não consigo o alimento que entre saio do mesmo jeito.

6:46.7

Não dá. Não dá. Não dá. Eu tenho escologicamente que não dá. Você desoi pra ele na entrada e na saí. Não está pensando. Muito amor isso. Você aqui de novo. Cara, deu um rolê e não deixou nada, não acredit meu Deus. Mas puxando a questão do sabor do paladar, isso é muito interessante.

7:08.0

O paladar tem um componente genético, isso já é sabido. E uma história interessante, é o porquí que algumas pessoas, e os agarro comentou de um café, eu odeio o café, um café margo. Por quê? Porque eu tenho uma sensibilidade maior. maior, ao café eu tenho marcador genético num gênio chamado

7:24.0

TAS 2R38, que ele deixa algumas pessoas mais sensíveis ao

7:28.9

gosto de amargue outras menos. Então, tem pessoas que são menos sensíveis, adoram café, adoram uma comida amarga e odeio. E a razão de algumas pessoas sentirem mais isso, tem, pelo menos, uma hipótese evolutiva. As substâncias amargas têm uma correlação grande com substâncias mais venenosas também.

7:45.2

Então essa seria um mecanismo, que na verdade vem dos chimpanzés, orangutangos, também tem marcadores genéticos semelhantes aos dos seres humanos nesses mesmos genes dessa família que fazem alguns dos marcacos, sentirem ou não o esse gosto amargo. Isso teoricamente, uma hipótesia era que selecionou ali as pessoas que não gostavam do amargo se envenenaram mais ao longo das gerações e essas variantes genéticas foram passadas para frente.

...

Please login to see the full transcript.

Disclaimer: The podcast and artwork embedded on this page are from Jovem Nerd, and are the property of its owner and not affiliated with or endorsed by Tapesearch.

Generated transcripts are the property of Jovem Nerd and are distributed freely under the Fair Use doctrine. Transcripts generated by Tapesearch are not guaranteed to be accurate.

Copyright © Tapesearch 2026.