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Generacast 06 - A genética do amor

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Jovem Nerd

Society & Culture, Comedy

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🗓️ 25 May 2021

⏱️ 52 minutes

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Summary

Neste podcast: Está chegando o dia dos namorados e vamos mergulhar na genética do amor, será que podemos sentir e quantificar o amor através da genética? ARTE DA VITRINE: Randall Random GENERA Cupom NERDGENERA – R$110 de desconto nas compras online dos pacotes standard e completo. Teste de Ancestralidade: http://bit.ly/GeneticaAmor Descubra: http://bit.ly/AmorGenetica Instagram Genera: https://www.instagram.com/genera.lab/ Twitter Genera: https://twitter.com/LabGenera OUÇA OS GENERACAST https://jovemnerd.com.br/playlist/generacast/ E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA http://radiofobia.com.br Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

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Genética, com Ricardo e muito convidado agora Rita, Bruce, Bele, muito obrigado por estar

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aqui porque nós vamos falar sobre a Genética do Amor.

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Estamos chegando os dias amorados e vamos mergulhar nesse assunto como que a gente pode enxergar

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o amor através da Genética, será que a gente pode sentir e quantificar o amor. Ainda que o que é o que é o que é o que é o que é medirei o amor, Deus, eu tô com um negócio de algoritmo na cabeça. Tudo para mim é algoritmo, agora. E é algo que eu já tinha lido em outros artigos também, que se discutiu muito sobre uma comparação de que as nossas emoções seriam mais ou menos como algoritmos. Assim, são programações que a gente tem de comportamento herdadas pela seleção que dizem dizem o que a gente fazia, sem a gente ter que pensar. O amor está muito ligado a essa função biológica que nós temos, e eu queria entender porque a comparação aqui para mamíferos que são, normalmente, seres que os filhotes precisam de muito cuidado para sobreviver em existir esse bom de essa relação de afeto gigantesca entre a mãe e os filhotes, etc. Então eu não estou falando só de seres humanos, mas de mamífiles em geral, né. E que isso seria uma característica evolucionária para a gente que encuidou mais dos seus filhotes, teve mais filhotes e passou a diante essa herança por gerações e gerações. E aí o pergunto, isso é uma forma muito fria de se chegar ao amor, algo além disso geneticamente. Eu acho que antes da gente chegar à genética e a gente abordar um pouquinho mais a fuda e a relação da genética com a fisiologia do amor, a neurobiologia do amor. Eu acho que a gente podia colocar uma questão que eu sempre coloco quando eu abordo esse tema, que é... o amor é uma intenção humana. Eu acho que é uma pergunta bem interessante, porque lá, como você falou lá, dos primórdios, o amor, a paixão, ela, na verdade, apareceu com os seres que se relacionam.

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E como você bem, situou aí são mamíferos, nós somos mamíferos, então, essa relação, esse vínculo, né? Ele, um dos primeiros, claro, o primeiro vínculo que se tem entre mamíferos, justamente o vínculo de mãe e filiote, né? é um vínculo que se começa a construir já a partir do momento do nascimento, né? Do ser físico de dois seres que começam a se relacionar. E aí vem, né? Sempre me vejo essa pergunta, né? Então o amor, vamos chamar assim, pelo menos por enquanto este vínculo, ele é uma invenção humana, né? Eu acho que bom, primeiro lugar não é só uma invenção humana obviamente. A gente a ciência está começando a entender um pouco mais sobre como se constrói. O amor, a paixão do ponto de vista, aí a gente entra em fisiológico, que a fisiologia-eleestuda é uma área da biologia que estuda as Funções, né? Sejam elas elas funções moléculares, mecânicas, químicas, físicas e obviamente ela interagem, ela precisa para poder mostrar sua função, claro, da genética. Dos nossos pacotinhos aí de cromossomos e de DNA que vão justamente direcionar de uma forma muito genérica e a produção de um monte de proteínas e a partir daí, um monte de funções. A fisiologia começou a se entender para inúmeras áreas, então ela interage com biotírica, biofísica, biologia molecular, com a farmacologia que é o estudo, né, das drogas, dos fármas, dos medicamentos. E obviamente também a fisiologia começou como você bem falou aí o Alexandre, a adentra numa área que a fisiologia evolutiva, que começar a entender como é que o seres, e eu falo de uma forma geral bem ampla, seres animais, vegetais até quem sabe, mas pelo menos vamos ficar com os animais com as nossas mamíferas, aqui somos mamíferos. Como é que essas características são passadas e como é que elas são aperfeiçoadas e a genética obviamente está por trás de tudo isso e a fisiologia se apresenta de uma forma muito explosiva como que essas características são sendo adaptadas, sendo aumentadas, diminuídas, etc. E numa dessas a gente coloca a criação de vínculos. E o amor, a paixão, ela é sem dúvida uma criação de vínculos e uma das dos estudos mais recentes, eles indicam que, por exemplo, o amor, e aqui eu vou colocar o amor de uma forma também

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bem genérica, ele não é primariamente uma emoção, porque lá atrás sempre o ser humano ele tentou trazer o amor, tentou definir o amor como uma emoção e essa emoção ela expressa por exemplo e sempre ficou muito relacionado o amor ao coração e porque coração? Porque estar apaixonado pelo menos uns primeiros semanas, os primeiros meses significa que é um ataque cardíaco. Segrafa é uma função cardíaca, e vem a fisiologia, uma função cardíaca aumentada. Então, o amor fica interligado muito com o coração. Daí, toda o o formato, amor, coração, coração, amor,

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pido, heros, etc. Mas o amor é muito mais do que emoção, porque é isso justamente que a neurobiologia, a neurofisiologia, a neurociência está trazendo para nós. E essas pesquisas elas começaram principalmente a explodir no final dos anos 90, do século 20, né? do século passado, para tomar um 21, e dê uma explosão nos primeiros anos deste século XXI. E aí essa neurociência, neurobiologia, ela diz o seguinte que o amor, ele não é primariamente uma emoção, mas é um sistema de motivação. E é um sistema que justamente está orientado em todo o planejamento e a busca de um desejo ou necessidade específica. É como se estivessemos atrás de alguma coisa muito específica, de um desejo muito particular. E ele é projetado, isso é interessante que os estudos já indicam, parece uma coisa óbvia, mas é importante que tenhamos a ciência afirmando isso. O amor é projetado para permitir esse sistema de motivação, para permitir que os pretendentes sejam eles do mesmo sexo ou de sexo diferentes, então não importa se é uma relação homoétero sexual, construam e mantenham relacionamento íntimo com um parceiro específico. E cujo objetivo primário é a reprodução. O objetivo final é o que? construçãoção trocando em mildos de um vínculo muito forte que, didaticamente, a gente começa a chamar essa fase explosiva, eu forem, a inicial do amor de paixão. Para que, com o decorrer do tempo, essa paixão, ela possa, não dá do momento de se transformar ou não, num vínculo mais prolongado, mais forte de compromisso, de seremidade até de calma, que é o amor.

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É muito engraçado, né, S.B.E.L.E, porque muita gente descreve o amor como uma montanha e o ato de amasse,

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sendo uma aventura existencial de escalar essa montanha de vagar, com alguém no na sulado.

9:18.7

E a paixão, ela seria um pouco esse pico, né, o ápice aí da montanha. E aí acho que por isso que muita gente coloca, assim, começar um relacionamento do ápice, você só tem que montanha baixa, né? Só pode isso. Isso. Então é muito boa, é muito bonito. É exatamente o instável de demência do cérebro. Mas eu achei muito engraçado você colocar da questão da reprodução. A gente naturaliza muito esse sentimento, né, de amor, sem refletir de fato o que ele significa.

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Acho que o amor ele foi muito descrito aí pelas artes, que sejam elas visuais, plástica, música, cinema, literatura, mas ela acaba tendo muito vinculada essa questão da preservação da espécie humana, Só que quando a gente pensar em espécie humana, a gente não pode deslocar,

10:03.4

lógica, a gente tem toda a parte biológica, fisiológica,

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mas a gente não pode deslocar da lógica, a gente tem toda a parte biológica,

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